sábado, 15 de janeiro de 2022
A cidade de Espera Feliz e a Cachoeira do Aurélio
A cidade de Espera Feliz e a Cachoeira do Aurélio: Paradisíaca, a Cachoeira do Aurélio, em Espera Feliz, na região do Caparaó, se destaca pelo café de qualidade e por suas belezas naturais.
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Oswaldo Berlitz
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segunda-feira, 20 de julho de 2015
As 9 coisas que desaparecerão, em breve, de nossas vidas
1. O Correio
Prepare-se para imaginar um mundo sem Correios. Eles estão afundando tanto em problemas financeiros que provavelmente não há maneira de sustentá-los a longo prazo. E-mail, FedEx, DHL e UPS têm praticamente dizimado a receita mínima necessária para manter os Correios vivos. A maioria do que você recebe pelo correio todos os dias é ”lixo” e contas.
2. O cheque
A Grã-Bretanha já está preparando o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa bilhões de dólares por ano ao sistema financeiro. Cartões plásticos e transações on-line vão levar à eventual extinção do cheque. Isto joga direto para a morte dos Correios. Se você nunca pagar suas contas pelo correio e nunca receber os boletos pelo correio, os Correios absolutamente estarão fora do negócio.
3. O jornal
A geração mais jovem simplesmente não lê jornal. Eles certamente não assinam um jornal impresso que lhes seja entregue. Isso pode acontecer como foi com o leiteiro e o tintureiro. Quanto a ler o jornal on-line, prepare-se para pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis de Internet e e-readers tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para formar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e as grandes empresas de telefonia celular para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga.
4. O livro
Você diz que nunca vai desistir do livro físico que você segura em sua mão e vira as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que meu CD tivesse cópia impressa. Mas eu rapidamente mudei de ideia quando eu descobri que eu poderia obter álbuns pela metade do preço sem sair de casa para conseguir a última música. A mesma coisa vai acontecer com os livros. Você pode navegar em uma livraria on-line e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade de um livro real. E pensar na conveniência! Uma vez que você começar movendo os dedos na tela em vez do livro, você vai se achar perdido na história, e não pode esperar para ver o que acontece a seguir, e você se esquece de que está segurando um gadget em vez de um livro.
5. O telefone fixo
A menos que você tenha uma família grande e faz muitas chamadas locais, você não precisa mais do telefone fixo. A maioria das pessoas o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Mas você está pagando encargos duplos para este serviço. Todas as empresas de telefonia celular permitem chamar os clientes do mesmo provedor de celular sem nenhum custo adicional.
6. Música
Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria da música está morrendo uma morte lenta. Não apenas por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente se auto-destruindo. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Itens de Catálogos", o que significa a música tradicional com a qual o público está familiarizado. Os mais antigos artistas consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo. Para explorar este tema fascinante e perturbador ainda, confira o livro, "Appetite for Self-Destruction", de Steve Knopper, e o documentário em vídeo, "Antes que a música morra."
7. Televisão
As rendas das redes tem caído drasticamente. Não apenas por causa da economia. As pessoas estão assistindo TV e filmes transmitidos a partir de seus computadores. E elas estão jogando e fazendo muitas outras coisas que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo TV. Shows de horário nobre degeneraram abaixo do menor denominador comum. Taxas de TV a cabo estão subindo rapidamente e os comerciais rodam a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. É hora das companhias de cabo serem postas para fora de nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line e através de Netflix.
8. As coisas que você possui
Muitos dos bens que usamos e possuímos nós não poderemos realmente possui-los no futuro . Eles podem simplesmente residir na "nuvem ". Hoje o seu computador tem um disco rígido e armazena suas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está em um CD ou DVD, e você sempre pode reinstalá-lo se for necessário. Mas tudo isso está mudando. Apple, Microsoft e Google estão terminando seus últimos "serviços em nuvem". Isso significa que quando você ligar o computador, a Internet vai ser incorporada ao sistema operacional. Assim, o Windows, o Google, e o Mac OS serão vinculados diretamente para a Internet. Se você clicar em um ícone, ele vai abrir algo na nuvem Internet. Se você salvar alguma coisa, ela será salva para a nuvem. E você pode pagar uma taxa de assinatura mensal para o provedor de nuvem. Neste mundo virtual, você pode acessar a sua música ou os seus livros, ou qualquer coisa do gênero a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo portátil. Essa é a boa notícia. Mas, se você realmente possui alguma dessas "coisas" tudo será capaz de desaparecer a qualquer momento em um grande "Poof ". Será que a maioria das coisas em nossas vidas é descartável e caprichosa? Isso faz você querer correr para o armário e retirar o álbum de fotos, pegar um livro da prateleira, ou abrir uma caixa de CD e apertar a inserção.
9. Privacidade
Se já houve um conceito que podemos olhar para trás com nostalgia seria a privacidade. Isso acabou. Ela se foi há muito tempo de qualquer maneira. Há câmeras na rua, na maior parte dos edifícios, e até mesmo em seu computador e celular. Mas você pode ter certeza que 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem você é e onde você está, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se você comprar alguma coisa, o seu hábito é colocado em um zilhão de perfis e os seus anúncios serão alterados para refletirem os hábitos. "Eles" vão tentar levá-lo a comprar algo mais. Uma e outra vez. Tudo o que tivermos perdido e que não pode ser alterado são "Memórias"...
E então, provavelmente, o Alzheimer vai tirar isso de você também!
(desconheço a autoria)
Essa recebi por email e achei bem interessante, na verdade estou até concordando.
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Oswaldo Berlitz
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
domingo, 15 de março de 2015
Os meninos de recados
E por falar em globo news, agora a noite, após os dois do bando que foram escalados para mentir, quer dizer, explicar o inexplicável, justificar o injustificável, fugirem ao saberem do panelaço, a jornalista, nem sei o nome dela, mas me pareceu mais perdida que cego em tiroteio ficou perguntando porque a oposição não se manifestou.
Vou desenhar para você. É porque esse movimento é tido como do povo, expontâneo, apartidário, e nós sabemos como os políticos usam as coisas, os fatos, para se promoverem, e nós não queremos isso.
Se algum deles ousasse aparecer para falar qualquer coisa seria vaiado e retirado de lá.
Entendeu agora?
A moça também disse que o movimento não deixou claro o que o povo quer, CARACA, AGORA ME IRRITEI!!!!!
QUEREMOS QUE OS POLÍTICOS PAREM DE ROUBAR, PAREM DE NOS TRAIR, TRAIR O BRASIL.
RESUMINDO QUEREMOS A DILMA FORA!
SE ELA NÃO SAIR POR BEM, QUEREMOS INTERVENÇÃO MILITAR.
COMO ESTÁ É QUE NÃO DÁ PARA FICAR.
NÃO VAMOS ACEITAR QUE UM MINISTRINHO, COMUNISTA, SAFADO VENHA DIZER. COMO DISSE, QUE O POVO É FASCISTA, POR EXIGIR SEUS DIREITOS.
Vejam bem a presidente não está em seu primeiro mandato, é o segundo dela e o quarto do partido, então, já deu, é para ficarem preocupados mesmo, não vamos tolerar mais.
Só uma coisa está me deixando curioso, vocês seus calhordas, estão se garantindo em quem?
Realmente vocês precisam ser lembrados severamente de quem é que manda aqui.
Hahahahaha o Brasil não é Cuba, não é uma ilhota, se estão querendo conseguir um Vietnã para vocês, podem vir.Os
Vou desenhar para você. É porque esse movimento é tido como do povo, expontâneo, apartidário, e nós sabemos como os políticos usam as coisas, os fatos, para se promoverem, e nós não queremos isso.
Se algum deles ousasse aparecer para falar qualquer coisa seria vaiado e retirado de lá.
Entendeu agora?
A moça também disse que o movimento não deixou claro o que o povo quer, CARACA, AGORA ME IRRITEI!!!!!
QUEREMOS QUE OS POLÍTICOS PAREM DE ROUBAR, PAREM DE NOS TRAIR, TRAIR O BRASIL.
RESUMINDO QUEREMOS A DILMA FORA!
SE ELA NÃO SAIR POR BEM, QUEREMOS INTERVENÇÃO MILITAR.
COMO ESTÁ É QUE NÃO DÁ PARA FICAR.
NÃO VAMOS ACEITAR QUE UM MINISTRINHO, COMUNISTA, SAFADO VENHA DIZER. COMO DISSE, QUE O POVO É FASCISTA, POR EXIGIR SEUS DIREITOS.
Vejam bem a presidente não está em seu primeiro mandato, é o segundo dela e o quarto do partido, então, já deu, é para ficarem preocupados mesmo, não vamos tolerar mais.
Só uma coisa está me deixando curioso, vocês seus calhordas, estão se garantindo em quem?
Realmente vocês precisam ser lembrados severamente de quem é que manda aqui.
Hahahahaha o Brasil não é Cuba, não é uma ilhota, se estão querendo conseguir um Vietnã para vocês, podem vir.Os
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Oswaldo Berlitz
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E as tvs falando em 15 mil, 20 mil pessoas, na hora dessa foto nem havia começado a caminhada, e mesmo depois ainda estava chegando muita gente.
A mídia fez de tudo para minimizar o movimento, a globo news ficou falando besteiras como se tivessem transmitindo para cegos, falava apenas as obviedades.
Tipo descrevendo repetidamente o que as pessoas estão vestindo, ora, você está na tv idiota, nós estamos vendo.
A verdade é que no RJ compareceram mais de 200 mil pessoas, eu estava lá e posso atestar isso.
Em São Paulo, começaram falando que segundo a PM haviam apenas 5 mil pessoas, aí em menos de 1 hora fizeram várias revisões no cálculo, passaram para 20, 50, 200, 240, 580 mil pessoas agora já estão calculando mais de 1 milhão e não para de chegar gente.
Esses crápulas acham que podem enganar a todos, eles realmente compram muita gente, mas jamais conseguirão comprar a todos, como jamais conseguirão implantar o comunismo no Brasil e o dia de hoje prova isso.
hahahahahaha dá para sentir o desespero deles.
Ahh, e a repórter da globo news, que fiasco, tive que desligar, aquela emissora serve quando muito, apenas para falar do trânsito e olhe lá.
Então a repórter vem dizer que essa rejeição não é normal porque o mandato daquela que não deve ser nominada mal começou.
Cacete!!!!!!!!!!!!
E os 8 anos do luladrão e os quatro anos anteriores da anta? Não contam????
É o mesmo plano de DESgoverno, baseados em corrupção e manutenção do poder. Como é que esses safados vem falar para o povo economizar, aumentam todas as tarifas, e não são capazes de eliminar os gastos com ministérios inúteis???
Estão achando que o povão não sabe disso?? Posso antecipar que o restante do governo vai ser desastroso, não vão conseguir controlar nada, o povão vai pagar o preço, e a insatisfação popular vai aumentar cada vez mais.
E mais outra coisa, não contem com a ajuda da galera porque, pelo menos as pessoas com que falei me confirmaram que não vão ajudar em nada, não vão economizar nada.
Hahahaha estão todos querendo que tudo se exploda.
Como é que essa senhora hoje presidente coloca a cara na tv para dizer que combate a corrupção se seu partido, opsss!!!!
Corrigindo.
Se sua quadrilha não expulsou nenhum dos corruptos condenados e ainda os trata como heróis?
De novo, acham que estão enganando a quem. Não enganam nem mesmo aqueles que são mantidos na miserabilidade com bolsas esmola, que aceitam isso por falta absoluta de opções.
Para finalizar, estou satisfeito, hoje exorcizei os demônios aos gritos de FORA PT, FORA LULA, FORA DILMA.
A mídia fez de tudo para minimizar o movimento, a globo news ficou falando besteiras como se tivessem transmitindo para cegos, falava apenas as obviedades.
Tipo descrevendo repetidamente o que as pessoas estão vestindo, ora, você está na tv idiota, nós estamos vendo.
A verdade é que no RJ compareceram mais de 200 mil pessoas, eu estava lá e posso atestar isso.
Em São Paulo, começaram falando que segundo a PM haviam apenas 5 mil pessoas, aí em menos de 1 hora fizeram várias revisões no cálculo, passaram para 20, 50, 200, 240, 580 mil pessoas agora já estão calculando mais de 1 milhão e não para de chegar gente.
Esses crápulas acham que podem enganar a todos, eles realmente compram muita gente, mas jamais conseguirão comprar a todos, como jamais conseguirão implantar o comunismo no Brasil e o dia de hoje prova isso.
hahahahahaha dá para sentir o desespero deles.
Ahh, e a repórter da globo news, que fiasco, tive que desligar, aquela emissora serve quando muito, apenas para falar do trânsito e olhe lá.
Então a repórter vem dizer que essa rejeição não é normal porque o mandato daquela que não deve ser nominada mal começou.
Cacete!!!!!!!!!!!!
E os 8 anos do luladrão e os quatro anos anteriores da anta? Não contam????
É o mesmo plano de DESgoverno, baseados em corrupção e manutenção do poder. Como é que esses safados vem falar para o povo economizar, aumentam todas as tarifas, e não são capazes de eliminar os gastos com ministérios inúteis???
Estão achando que o povão não sabe disso?? Posso antecipar que o restante do governo vai ser desastroso, não vão conseguir controlar nada, o povão vai pagar o preço, e a insatisfação popular vai aumentar cada vez mais.
E mais outra coisa, não contem com a ajuda da galera porque, pelo menos as pessoas com que falei me confirmaram que não vão ajudar em nada, não vão economizar nada.
Hahahaha estão todos querendo que tudo se exploda.
Como é que essa senhora hoje presidente coloca a cara na tv para dizer que combate a corrupção se seu partido, opsss!!!!
Corrigindo.
Se sua quadrilha não expulsou nenhum dos corruptos condenados e ainda os trata como heróis?
De novo, acham que estão enganando a quem. Não enganam nem mesmo aqueles que são mantidos na miserabilidade com bolsas esmola, que aceitam isso por falta absoluta de opções.
Para finalizar, estou satisfeito, hoje exorcizei os demônios aos gritos de FORA PT, FORA LULA, FORA DILMA.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
PIAUI O HOMEM QUE FEZ O POVO BRASILEIRO REFLETIR
Não há cobrança, não há oposição, todos estão se dando bem, até a mídia não faz sua parte, finge que não vê porque é recompensada de outras formas. A verdade é que até o momento está tudo dominado, nós temos que dar um basta nisso, mas não seguindo essa turba de terroristas que está a serviço sabe-se lá de quem, o que salta os olhos é que eles não querem o bem do povo e sim e tão simplesmente o poder para o grupo que os financia.
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PROFESSORA FALA O QUE MUITAS PROFESSORAS TEM VONTADE DE FALAR
E depois as pessoas ficam se perguntando como é que o país a essa condição atual. São décadas de descaso com a educação. E quanto mais ignorante o povo, mais fácil promover a inversão de valores.
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Oswaldo Berlitz
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sábado, 25 de janeiro de 2014
IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR COM ESTE VÍDEO...
O Coro dos Escravos!
No dia 12 de março de 2011, a Itália festejava os 150 anos da sua unificação, ocasião em que a Ópera de Roma apresentou a ópera Nabuco de Verdi, símbolo da unificação do país, que invoca a escravidão dos Judeus na Babilônia, uma obra não só musical mas, também, política à época em que a Itália estava sujeita ao império dos Habsburgos (1840).
Sylvio Berlusconi assistia, pessoalmente, à apresentação, que era dirigida pelo maestro Ricardo Mutti.
Antes da apresentação o prefeito de Roma, Gianni Alemanno – ex-ministro do governo Berlusconi, discursou, protestando contra os cortes nas verbas da cultura, o que contribuiu para politizar o evento. Como Mutti declararia à TIME, houve, logo de início, uma ovação incomum, clima que se transformou numa atmosfera de tensão quando se iniciaram os acordes do coral «Va pensiero» o famoso hino contra a dominação.
«Há situações que não se podem descrever, mas apenas sentir; o silêncio absoluto do público, na expectativa do hino; clima que se transforma em fervor aos primeiros acordes do mesmo; a reação visceral do público quando o coro entoa – ‘Ó minha pátria, tão bela e perdida’».
Ao terminar o hino os aplausos da platéia interrompem a ópera e o público manifestou-se com gritos de «bis», « viva Itália», «viva Verdi». Não sendo usual bisar durante uma ópera, e embora Mutti já o tenha feito uma vez em 1986, no teatro La Scala de Milão, o maestro hesitou. Dado que o público já havia revelado o seu sentimento patriótico, o maestro voltou-se no púlpito e encarou o público e o próprio Berlusconi. Fazendo-se silêncio, pronunciou-se da seguinte forma, e reagindo a um grito de «longa vida à Itália» disse:
RICCARDO MUTTI: «........Sim, longa vida à Itália mas ... [aplausos].
Já não tenho 30 anos e já vivi a minha vida, mas como um italiano que percorreu o mundo, tenho muita mágoa do que se passa no meu país.Portanto aquiesço ao vosso pedido de bis para o Va Pensiero. Isto não se deve apenas à alegria patriótica que senti em todos, mas porque nesta noite, enquanto eu dirigia o coro que cantava ‘Ó meu pais, belo e perdido’, eu pensava que, a continuarmos assim, mataremos a cultura sobre a qual assenta a história da Itália. Neste caso, a nossa pátria, será verdadeiramente ‘bela e perdida’. (aplausos retumbantes, incluindo os dos artistas em palco) Reina aqui um ‘clima italiano’; eu, Mutti, falei para surdos durante longos anos, gostaria agora.... Nós deveríamos dar sentido à este canto; como estamos em nossa casa, o teatro da capital, e com um coro que cantou magnificamente, e que é magnificamente acompanhado, se for de vosso agrado, proponho que todos se juntem a nós para cantarmos juntos... "A tempo"...»
Foi assim que Mutti convidou o público a cantar o Coro dos Escravos. O público levantou-se. Toda a ópera de Roma se levantou... O coro também se levantou. Foi um momento magnífico na ópera! Vê-se, também, o pranto dos artistas. Aquela noite não foi apenas uma apresentação do Nabuco mas, sobretudo, uma declaração do teatro da capital dirigida aos políticos.
AGORA, NÃO DEIXEM DE VER E OUVIR PELO LINK ABAIXO:
Apressa-te pensamentos nas asas douradas.
Apressa-te e descanse nas colinas densamente arborizadas,
onde quente e perfumado e suave
é a brisa suave da nossa terra natal!
As margens do Jordão saudamos
e as torres de Sião.
Ó, minha pátria, tão bela e perdida!
Ó memórias, tão querida e tão mortal!
harpa dourada de nossos profetas,
por que você fica em silêncio sobre o salgueiro?
reacende as memórias de nossos corações,
e fale dos tempos idos!
Ou, como o Solomon fatídico,
desenhe um lamento de som cru,
ou permita que o Senhor nos inspire
para suportar o nosso sofrimento!
No refrão, o povo de Judá lamenta sua perda de liberdade e exílio em uma terra estrangeira.
O exilados anseiam por sua terra natal ("Oh Patria sì mia bella e perduta" - O, minha pátria, tão bela e perdida!).
Os hebreus recordam da beleza da terra de seus antepassados ("ove olezzano tepide e molli l'Aure dolci" - onde quente e perfumado e suave são as suaves brisas).
Os escravos lembram com saudade as histórias de seus antepassados ("Le memorie nel petto raccendi, ci favela del ritmo che fu!" - Reacenda as memórias em nossos corações, e fale dos tempos idos).
Emocionante!!!
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Oswaldo Berlitz
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sábado, 4 de janeiro de 2014
MÉDICOS CUBANOS
O texto é do Alexandre Garcia, recebi por email e reproduzo aqui, achei perfeito.
MÉDICOS CUBANOS
Não pensem em correntes. Em algemas. Em porões fétidos. Em gente suja e maltrapilha. Estes são os escravos normalmente libert...os das pequenas confecções das grandes cidades, vindos de países miseráveis.
Agora pense em pessoas vestidas de branco. Com diplomas universitários. Que exibem sorrisos simpáticos e uma grande alegria em servir o próximo, como se estivessem em uma missão humanitária. Estes são os médicos escravos cubanos que o Brasil vai traficar, cometendo toda a sorte de crimes hediondos contra os direitos humanos, que só republiquetas totalitárias, a exemplo da Venezuela, ousaram cometer.
E vamos aqui deixar ideologias de lado. E até mesmo as discutíveis competências profissionais. Vamos ser civilizados e falar apenas de pessoas, de seres humanos, de gente.
O Brasil democrático é signatário de uma dezena de tratados internacionais que protegem os trabalhadores. No entanto, o Governo do PT está firmando um convênio com Cuba, um país que está traficando pessoas para fins econômicos. Cuba esta vendendo médicos. Cuba utiliza de coerção, que é crime, para que estes escravos de branco sejam enviados, sem escolha, para onde o governo decidir. Isto é crime internacional. Hediondo. Que nivela o Brasil com as piores ditaduras.
E não venham colocar a Organização Pan Americana de Saúde como escudo protetor destes crimes contra a Humanidade. É uma entidade sabidamente aparelhada por socialistas, mas que, ao que parece, pela primeira vez assume o papel de "gato", o operador, o intermediário, aquele que aproxima as partes, que fecha o negócio, que "lava" as mãos dos criminosos que agem nas duas pontas. Não há como esconder que o Governo do PT está pagando a Ditadura de Cuba para receber mão de obra em condições análogas à escravidão, como veremos neste post.
O trabalhador estrangeiro tem, no Brasil, os mesmos direitos de um trabalhador brasileiro. Tem os mesmos ônus e os mesmos bônus. Não é o que acontece neste convênio que configura um verdadeiro tráfico em massa de pessoas de um país para outro. Os escravos cubanos não pagarão Imposto de Renda e INSS. Sobre um salário de R$ 10 mil, deveriam reter mais de R$ 2.700. Pagariam em torno de R$ 400 de INSS. Mas também teriam direito ao FGTS, ao aviso prévio, às férias, ao décimo terceiro salário. Não é o que acontece.
O escravo cubano não recebe o seu salário. Ele é remetido para um governo de país. É como se este país tivesse vendido laranjas. Charutos. Rum. Ou qualquer commodities. A única coisa que o trabalhador recebe é uma ajuda de custo para tão somente sobreviver no país pois, em condição análoga à escravidão, este médico cubano receberá alojamento e comida das prefeituras municipais. Trabalhará, basicamente, por cama, comida e sem nenhum direito trabalhista.
Outro crime do qual o Governo do PT é mentor, é idealizador, é fomentador, é financiador, é concordar com as práticas de coerção exercida por Cuba quando vende os seus médicos escravos. O passaporte é retido pela Embaixada de Cuba no Brasil. A família fica em Cuba, sem poder sair do país. O escravo cubano não pode mudar de emprego, pois se o fizer a sua família sofre perseguição. Existe ameaça. Existe abuso de autoridade. Existe abuso de poder econômico. Existe retenção de documento para impedir a livre locomoção. Existe lesão ao Fisco. Sonegação. E, por conseguinte, sendo dinheiro originário de crimes, remessa ilegal de divisas do Governo do PT para a Ditadura de Cuba.
Este convênio que o Governo do PT está fazendo com Cuba não resiste a uma fiscalização do Ministério do Trabalho e a uma auditoria do Ministério Público. São tantos os crimes cometidos contra a Humanidade e contra os Direitos Humanos que envergonham a todos os brasileiros.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, candidato ao governo de São Paulo, deveria ir a ferros junto com os bandidos mensaleiros do seu partido. A ministra dos Direitos Humanos, Maria o Rosário, está em silêncio obsequioso.
A partir do momento em que 4.000 cubanos botarem o pé no solo brasileiro, nosso país terá se transformando num campo de concentração e numa imensa prisão para escravos políticos.
A nossa Constituição será rasgada, pois:
Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(...)
III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
Da mesma forma, o Governo do PT está jogando no lixo o Decreto nº 5.948, de 26 de Outubro de 2006, que trata da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, que tem definições fundamentais sobre o tema:
Art. 2°. § 4o A intermediação, promoção ou facilitação do recrutamento, do transporte, da transferência, do alojamento ou do acolhimento de pessoas para fins de exploração também configura tráfico de pessoas.
Art. 2°. § 5° O tráfico interno de pessoas é aquele realizado dentro de um mesmo Estado-membro da Federação, ou de um Estado-membro para outro, dentro do território nacional.
Art. 2o. § 6° O tráfico internacional de pessoas é aquele realizado entre Estados distintos.
Art. 2° § 7o O consentimento dado pela vítima é irrelevante para a configuração do tráfico de pessoas.
Ou seja: o que determina se existe a escravidão não é o depoimento do escravo, pressionado por dívidas, sem documentos ou tendo a integridade da sua família ameaçada, mas sim o que a sua situação configura, mediante fiscalização.
Com a importação em massa dos médicos escravos cubanos, os acordos internacionais firmados pelo Brasil contra a escravidão serão derrogados. Não seremos mais uma democracia.
Se alguém tem alguma dúvida sobre isso, leia o MANUAL DE COMBATE AO TRABALHO EM CONDIÇÕES ANÁLOGAS ÀS DE ESCRAVO, publicado pelo Ministério do Trabalho.
E sinta vergonha, talvez um pouco de medo, de ser brasileiro.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha em mãos o seu passaporte.
Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha uma Carteira de Trabalho.
Eu desafio o Governo do PT a depositar o salário do médico cubano em uma conta pessoal, que lhe garanta livre movimentação.
Eu desafio o Governo do PT a garantir todos os direitos trabalhistas ao médico cubano.
Eu desafio o Governo do PT a cumprir a Lei, a Constituição e os Tratados Internacionais.
--
"A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência." (Mahatma Gandhi)
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Terceiro mundo é isso
Contrato da Petrobrás com a Odebrecht
1. Contrato superfaturado de US$ 825 milhões é o mais novo escândalo da combalida Petrobras.
2. Chame o ladrão! - Se na Petrobras o bode ainda estava no quintal, agora está na sala da presidência. Pelo menos essa é a conclusão a que se chega ao analisar a denúncia de contrato superfaturado firmado entre a estatal petrolífera e a Construtora Odebrecht.
3. Em 2010, a Petrobras, à época presidida por José Sergio Gabrielli, contratou a Odebrecht pela bagatela de US$ 825,6 milhões para a prestação de serviços na área de segurança e meio ambiente em dez países. O contrato previa absurdos como, por exemplo, o aluguel de três máquinas de fotocópias, na Argentina, pelo valor de R$ 7,2 milhões. Outros R$ 3,2 milhões pelo aluguel de um terreno próprio, além de R$ 22 mil de salário mensal de pedreiro contratado nos Estados Unidos.
4. Ainda valendo, o contrato (nº 6000.0062274.10.2) classificado como PAC SMS, foi fechado pela área Internacional da empresa, mas reduzido quase à metade neste ano, na gestão de Maria das Graças Foster. Dos 8,8 mil itens constantes do documento, a extensa maioria apresentava indícios de irregularidades. O que não é novidade em se tratando de administração petista na maior empresa brasileira.
5. De acordo com o site do jornal “O Estado de S. Paulo”, o corte de pelo menos US$ 344 milhões no contrato ocorreu após auditoria interna da Petrobrás, que considerou a o negócio equivocado. Fosse a Petrobras uma empresa privada, esse negócio “da China” seria considerado criminoso e os responsáveis já estariam contemplando o nascer do astro-rei de maneira geometricamente distinta.
6. Para que o leitor compreenda os motivos da intensa movimentação de parlamentares no Congresso Nacional, ainda na era Lula, para evitar a criação da CPI da Petrobras, o montante considerado indevido pela própria petroleira é quatro vezes maior do que o volume de recursos desviados durante o Mensalão do PT (R$ 170 milhões), o maior escândalo de corrupção da história nacional. Contudo, é bom frisar que o pelo caixa do Mensalão do PT passou muito mais dinheiro do que o apurado pela Procuradoria-Geral da República.
7. Em meados de 2006, quando a corrida presidencial ainda estava em seus primeiros capítulos, a horda petista, no afã de garantir a reeleição de Lula, espalhou o boato de que uma vitória do PSDB nas urnas significaria a imediata privatização da Petrobrás. Considerando a grave situação financeira da empresa e os sucessivos escândalos, muitos dos quais abafados, melhor seria a privatização, pois teria entrado dinheiro nos cofres da União.
8. A sequência de escândalos na Petrobras explica o fiasco que marcou a CPI das ONGs, cujo relator, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), produziu, a mando do Palácio do Planalto, um relatório que serve para nada. Os patrocínios da empresa a entidades ligadas ao Partido dos Trabalhadores é um escárnio sem precedentes.
==============================================
Recebi por email, não sei a origem da notícia, por isso não coloquei o devido crédito, porém, o contrato é verdadeiro. Percebe-se claramente que o caso foi abafado.
Como a roubalheira não para, e tudo tem que ser pago de uma forma ou de outra, cedo ou tarde a coisa toda vai aparecer, vão levar mais 10 anos para julgar e no final, entre mortos e feridos todos serão salvos.
Link onde pesquisei a veracidade do fato.
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Oswaldo Berlitz
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Advogado do PT acha que Barbosa comparou Genoino a Beiramar.
Por Carlos Parrini ...
Nessa comparação não sei quem é pior e mais perigoso se Genoino ou Beiramar. Sabe-se que Beiramar matava seus adversários de drogas e viciados caloteiros. Sabe-se também que Genoíno contribuía com assassinatos quando desviava dinheiro que deveria ser usado para salvar vidas na saúde, segurança, saneamento básico e combate as drogas. Inclusive desviava através de cuecas, malas, mensalões e mensalinhos, mas matava por esse motivo e não é nada melhor que Fernandinho Beiramar. A diferença que Genoíno contribuía com a morte de inocentes. Já Beiramar matava traficantes e criminosos como ele.
Mas os advogados de Genoíno se revoltaram com Joaquim Barbosa porque este impediu-o de ficar preso em sua mansão em São Paulo, assim como negaram a Beiramar de ficar perto de casa. Isso porque na visão deles, Beiramar é mais perigoso que Genoino. Mas se colocarmos na balança, veremos que Genoíno é bem pior pois alem de ser dissimulado, é covarde. Já Beiramar, pode ser o bandido que for, mas nunca cagou nas calças com medo de pagar por seus crimes.
Genoíno merece estar é na Papuda pois além de criminoso, covarde é mentiroso. Apesar de duas juntas médicas ter atestado que o cara tá de frescura, o bandido fica dando uma de coitadinho.
Queria vê-lo mesmo sendo princesa dos carentes da Papuda, aí sim diria: tadinho dele.
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Sentimentalismos a parte, restou dizer que o Genoino é um traidor do povo que o elegeu, agora fica posando de vítima e querendo que as pessoas sintam pena dele, é patético.
Aliás, se pensarmos bem no assunto fica evidente alguma ligação entre os dois, ambos tem a ver com as FARC, talvez até integrassem o mesmo bando.
O trecho abaixo foi extraído do seguinte blog.
Está aí, que cada um tire suas conclusões. Está tudo na internet.
O deputado José Genoino (PT-SP), que integra o "baixo clero" da Câmara desde o seu envolvimento no escândalo do mensalão, saiu ontem das sombras para defender a "legitimidade" dos narcoterroristas das Farc, cujo vice-bandidão Raúl Reyes foi morto por forças militares colombianas na floresta equatoriana, onde mantinha uma base. Entre outras sandices, Genoino - que fez parte da guerrilha no Alto Araguaia, insurgindo-se contra a ditadura militar brasileira - acha também que o bandidos das Farc, por "guerrilheiros", têm o direito de "transitar livremente" nas fronteiras dos países da Amazônia.
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Oswaldo Berlitz
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VIVA DIRCEU, O PERSEGUIDO POLÍTICO
Todos têm que tomar ciência fazer seu julgamento...
E os podres começam a aparecer. É só descobrir o fio da meada e tudo começa a desenrolar com facilidade. A Globo já descobriu que o próprio Hotel onde José Dirceu ia trabalhar por R$ 20 mil, é dele próprio. Só está no nome de um pobretão do Panamá, um dos Paraísos Fiscais de Brasileiros Corruptos e Ladrões.
Seguindo o mesmo fio, descobriu-se que a Familia do Prefeito Eduardo Paes, também tem empresas presididas pelo mesmo pobretão de José Dirceu. Coincidência? Coincidência ou não, existe ilegalidade em ambos ou mais casos. Resta saber se a GLOBO vai parar por aí mesmo ou vai a fundo.
Já sabemos que vai parar porque atingiu seu benfeitor ou benfeitores. Eduardo Paes lembra Copa, lembra Cabral, lembra Delta, lembra CBF, lembra Orlando Silva, lembra Olimpíadas, lembra FIFA, lembra Ricardo Teixeira, lembra COB. Enfim, por essa Jose Dirceu, Ops, Eduardo Paes, Ops, a GLOBO não esperavam.
Acho bom parar por aí pois, se continuar, alguém vai perder muito dinheiro e mais alguém será preso.
Vejam o Babado:
Entenda melhor esta escabrosa história de Zé Dirceu, as ramificações do PT e o Hotel St. Peter
Ao oferecer emprego de R$ 20 mil mensais para Zé Dirceu, o dono oculto do Hotel St. Peter, José Abreu, revelou-se dono do PTN, Partido da base de Dilma, dono de ampla rede de rádios, e candidato à mão da antiga TV Excelsior. Ele mantém tudo em nome de laranjas e com holding registrada no Panamá. Agora, o "dono" de mentirinha da sua holding, revela-se também dono de empresas da família do prefeito do Rio. A história continua. O PT não aprende.
Está cada dia mais escabrosa a história iniciada com a decisão do mensaleiro José Dirceu trabalhar no Hotel St. Peter, Brasília, em troca de R$ 20 mil mensais.
. O "dono laranja" do Hotel St. Peter, José Eugenio Ritter, um panamenho pobre, funcionário do escritório de advocacia Morgan y Morgan, surge agora como "dono", também, de duas empresas pertencentes aos pais e irmã do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes:
- Conval Corporation e Vittenau Corporation, criadas em 12 de junho e 19 de junho de 2008, ano em que Paes se elegeu pela primeira vez, pertencente a Valmar Souza Paes, pai do prefeito, Consuelo da Costa Paes, a mãe, e Letícia da Costa Paes, a irmã. Cada uma possui capital social de US$ 4 milhões, ou seja, US$ 8 milhões que equivaleriam a cerca de R$ 20 milhões no câmbio atual.
. O caso do Hotel St. Peter já começou a ser investigado por líderes da oposição, como o senador Álvaro Dias, depois de denúncias feitas esta semana pelo Jornal nacional, que mandou uma equipe para Cidade do Panamá, onde entrevistou o "dono laranja" do empreendimento, José Eugênio Ritter, surpreendido numa casa modesta nos arredores da Capital, lavando seu carro velho. O Jornal Nacional descobriu que o verdadeiro dono do Hotel St. Peter é um conhecido político, aliado do governo da presidente Dilma Rousseff e do PT:
- Paulo Masci de Abreu, irmão de José Masci de Abreu, presidente do PTN, partido que em 2010 apoiou a eleição da presidente Dilma. Paulo Abreu, dono da Rede Mundial de Comunicação, que controla as emissoras de rádio Tupi FM, Tupi AM, Mundial, Kiss FM, Scalla FM, Apollo FM, Iguatemi Prime FM, Terra AM, Terra FM e BR FM, entre outras. Ele também comprou do grupo Abril as operações da TVA em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba – três das principais praças comerciais do Brasil. Além disto, José Abreu quer o retorno da TV Excelsior, fechada em 1970, e já recebeu aval da cúpula do Ministério das Comunicações, dependendo agora de um decreto de anistia que precisa ser assinado pela presidente Dilma Rousseff. O decreto já está na escrivaninha da petista. Para isso o empresário Paulo Abreu, que é próximo do deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP), conta com a simpatia de petistas cinco estrelas, como Sigmaringa Seixas e os ministros José Eduardo Martins Cardozo (Justiça) e Paulo Bernardo da Silva (Comunicações). Esta cadeia de interesses de Paulo Abreu parece ter despertado a ira da Rede Globo, que quer fustigar um possível concorrente, temendo até mesmo o advento de um "laranja" do PT que mais tarde possa transformar a rede dos Marinho numa espécie de Globovision.
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Comentando...
O problema do José Dirceu além de todos os crimes que cometeu, é que ele é arrogante demais e não aceita conselhos, a sorte dele é que está no Brasil, aqui criminoso tem vida boa, ainda mais se tem "conhecimento" e/ou muito dinheiro.
Postado por
Oswaldo Berlitz
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
ASSIM COMEÇOU O POVOAMENTO DA BAHIA
Depois que o padre povoou Trancoso, em Portugal, mandaram-no para o Brasil...
...e era Padre!!!
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Oswaldo Berlitz
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sábado, 30 de novembro de 2013
O Homem Que Prendeu José Genoíno
O Homem que Prendeu José Genoíno (Geraldo)
Sem supervisão
SR. PRESIDENTE (Jair Bolsonaro) - Dando prosseguimento a esta sessão solene, como ponto principal deste evento, ouviremos a palavra de um herói do Araguaia, o Coronel Lício Augusto, que foi o autor da prisão de José Genoino. (Palmas.)
Quero convidar também para compor a Mesa o Sr. Coronel Nestor da Silva, veterano da 2ª Guerra Mundial.(Palmas.)
Com a palavra o Sr. Lício Augusto.
O SR. LÍCIO AUGUSTO - Srs. Congressistas, demais autoridades presentes, minhas senhoras, meus senhores, não é preciso dizer da minha emoção por ter encontrado aqui velhos companheiros de luta, que ainda estão levando essa luta à frente.
Como participante dos acontecimentos que passo a relatar, fiz um resumo dos itens mais perguntados; apenas como itens porque a dissertação será a rememoração dos fatos. Para isso,tirei os óculos, a fim de que aqueles que vou citar me olhem bem no fundo dos olhos e tenham a suficiente coragem de afirmar, se for preciso, que tudo aquilo dito aqui é a pura verdade. Se bem que não há necessidade, porque eles próprios já confirmaram em outras ocasiões.
O primeiro item selecionado se refere à razão da minha escolha para a missão de descobrir o local da guerrilha, que hoje se diz Guerrilha do Araguaia.
Em 1969, após a morte do terrorista Mariguella, em São Paulo, em seus documentos, foram feitas várias citações sobre o local da grande área: grande área de treinamento de guerrilha.
Eu estava chegando a Brasília em 1968, já pela segunda vez. Do meu passado, desde 1954, quando fiz o curso de pára-quedista e, em seguida, o curso de Forças Especiais da divisão de pára-quedistas, especializei-me na modalidade guerra na selva. Posteriormente, o curso de operações especiais foi desenvolvido com outras modalidades e, em seguida, foi criado o Centro de Instrução de Guerra na Selva, CIGS.
Detentor do curso de forças especiais e considerado, à época, o elemento com credenciais para desenvolver as operações de selva, eu percorri milhares de vezes a rodovia Belém-Brasília, de Brasília a Belém, estrada pioneira de barro. Eu e minha equipe, de 3 ou 4 homens, chegamos à conclusão, por indícios, de que a Guerrilha do Araguaia estava naquela área, entre o Bico do Papagaio, Xambioá, Marabá, Tocantinópolis e Porto Franco.
O fato, porém, que nos permitiu chegar à área foi a prisão, em Fortaleza, do guerrilheiro Pedro Albuquerque. Naturalmente, ele está olhando para mim, e eu estou olhando para a câmera para ele olhar no fundo dos meus olhos e confirmar que o que eu estou dizendo é verdade. Pedro Albuquerque foi preso quando tentava tirar documentos em Fortaleza. Recolhido ao xadrez, ele tentou suicídio cortando os pulsos. A sentinela, por acaso, passou, viu, deu o alarme e ele foi levado para um hospital da guarnição.
Recuperado o documento de que ele falou, o documento resultante das declarações de Pedro Albuquerque foi enviado diretamente de Fortaleza para Brasília e chegou às mãos do General Bandeira, que imediatamente mandou buscar o preso.
Enquanto eu preparava a equipe, o preso chegou, foi incluído na minha equipe, e partimos, junto com Pedro, para o local onde ele dizia que era o inicial: Xambioá.
Chegamos ao Rio Araguaia, pegamos uma canoa grande, com motor de popa, fomos até ao local de Paradalama. Pedro deve lembrar muito dele: era uma picada ao longo da floresta no sentido do Xingu. Andamos o dia inteiro. Chegamos ao anoitecer na casa do último morador, com o Pedro sendo levado por nós, livre. Não estava algemado, amarrado ou coisa assim. Ele foi acompanhando a nossa equipe. Há várias testemunhas desse episódio aqui presentes, as quais não vou citar, que fizeram parte da minha equipe.
Chegamos à casa de Antônio Pereira, pernoitamos no campo, nos telheiros e, no dia seguinte, às 4h, prosseguimos em direção ao local onde Pedro Albuquerque indicou. Ao chegarmos lá, avistamos 3 homens, isto é, 3 elementos, sendo uma mulher, descansando para almoço, presumo. Aproximamo-nos do local só para conversar com eles, para saber o que eles estavam fazendo lá. Eram 3 e, no nosso grupo, havia 6, então, não tinha problema. Eles fugiram. Chegamos ao local e fiquei inteiramente abismado com o estoque de comida, de material cirúrgico, até oficina de rádio tinha, 60 mochilas de lona, costuradas no local em máquina industrial grande, que tive o prazer de jogar no meio do açude. Tocamos fogo em tudo e voltei sem fazer prisioneiro.
Ora, em qualquer situação, teríamos atirado naqueles homens. Estávamos a 80 metros, um tiro de fuzil os atingiria facilmente. Eles estavam sentados. Mas o nosso objetivo não era matar, não era trucidar.
O nosso objetivo era saber o que eles estavam fazendo lá. De acordo com Pedro Albuquerque, eram guerrilheiros. Estavam na área indicada por Pedro Albuquerque, que viu toda a operação.
Destruímos todo o aparelho deles; metralhamos uma grande quantidade de frutas, melancia, jerimum e muitas outras coisas. Ficamos inteiramente impressionados com a quantidade de comida que havia lá, várias sacas de arroz, até oficina de rádio com equipamentos sofisticados. Era uma oficina rústica, não era como bancada de laboratório da cidade, mas funcionava. O gerador, lá atrás, também funcionava.
Voltamos. Deixamos o pessoal fugir, claro. E o Pedro Albuquerque retornou com dois companheiros nossos e foi recolhido ao xadrez de Xambioá. Nós continuamos na missão. Como os três elementos fugitivos avisaram para o resto do grupo do Destacamento C, mais ao Sul, em frente a São Geraldo do Araguaia, que estávamos indo para lá, ao chegar lá nós os vimos fugindo com muita carga, até violão levavam. Eles estavam se retirando do Destacamento C, do Antônio da Dina e do Pedro Albuquerque.
Pedro Albuquerque nos levou até o Destacamento C, onde havia estado. Ele fugiu porque os bandidos exigiram que ele fizesse um aborto em sua mulher, que estava grávida. Eles não se conformaram com a ordem, principalmenteporque outra guerrilheira grávida tinha sido mandada para São Paulo para ter o filho nas mordomias daquela cidade. Ela era casada com o filho do chefe militar da guerrilha, Maurício Grabois.
Pedro, você está me escutando? Você deve-se lembrar de que declarou isso: que você fugiu porque obrigaram sua mulher a fazer um aborto.
Nós estávamos perseguindo esse grupo e estávamos avançando. Embora chovesse bastante, estávamos nos aproximando. Eles resolveram soltar a carga que estavam levando, e o guia, morador da área, me disse: Agora nós não vamos pegar eles porque estão fugindo para a gameleira. E demos uma meia parada, nessa destruição do equipamento deles, quando pressentimos a vinda de alguém na trilha. Nós estávamos andando no meio da mata e esse elemento vinha pela trilha. Nós nos agachamos e, nisso, veio aquele elemento forte, com chapéu de couro, mochila nas costas e facão na cintura. Então, quando ele chegou no meio do nosso grupo, eu dei a ordem: Prendam esse cara!
Não sei, não posso me lembrar, se foi o Cid ou se foi o Cabo Marra que pegou o Genoino. Esse elemento era o Geraldo, posteriormente identificado como Genoino que naturalmente estáme olhando agora. E eu tirei os óculos justamente para ele me reconhecer, porque da minha cara ninguém esquece, principalmente com aquela cara que eu estava na mata, depois de vários dias passando fome e sede, sujo, cheio de barba. Mas éa mesma cara. É o mesmo olhar da hora em que eu encarei ele e disse: Seu mentiroso! Confesse! Você não tem mais alternativa.
Por que eu descobri que o Genoino era guerrilheiro? Ele se dizia Geraldo e se dizia morador da área. Claro: elemento na área, suspeito, eu mandei deter. Mesmo algemado e com tudo nas costas, uma mochila pesada e grande, ele fugiu. O Cabo Marra deu três tiros de advertência, e ele parou. Mas não parou por causa da advertência, parou porque se emaranhou no cipoal, e o pessoal foi pegá-lo.
Eu perguntei: Por que você está fugindo? Nós apenas estamos querendo conversar com você. Para você não fugir, vamos ter de algemá-lo. Eu sou morador disse ele.
Eu deixei o pessoal especializado em inquirição conversando com o Genoino, até então Geraldo. O pessoal inclusive está presente um desses companheiros, o Cid conversou bastante tempo com o Genoino, quando o Cid veio a mim e disse: Comandante, não tem nada, não. Está bom respondi. Como eu já estava há muito tempo no mato, játinha resolvido intimamente a levar o Genoino preso para Xambioá, mas não falei que essa era a minha determinação. Peguei a mochila dele.
Havia um elemento na minha equipe que era especialista em falar com o pessoal da área, já falecido, um elemento excepcionalmente bom. Rendo minhas homenagens a João Pedro do Rêgo. (Palmas.) O João Pedro, apelidado por nós de Jota Peter ou Javali Solitário, onde estiver estará escutando. João Pedro era um homem que falava com o matuto, com o pessoal da área, porque eu, na minha linguagem urbana, não era entendido nem entendia o que eles falavam. O Javali veio a mim e disse: Ele não tem nada. É morador da área. E falou-me o resto que ele tinha falado.
Eu, como homem de selva, peguei a mochila do Geraldo e comecei a abri-la. Tirei pulôver, rede e um bocado de bagulho da mochila do Geraldo, quando encontrei um tubo de remédio no fundo da mochila. Ao pegar aquele tubo e olhar para o Genoino, vi que ele estava lívido, pálido. Eu ainda lhe disse: Companheiro, fique tranqüilo porque nós não vamos fazer nada com você, você é morador da área. E abri o tubo. Lá encontrei material típico de sobrevivência linha de pesca fina, anzóis. Era material típico de sobrevivência. Como eu havia feito um curso e só sabia teoricamente sobre o assunto, aquele exemplo prático, em um local de difícil acesso na selva amazônica, eu me interessei. À medida que eu ia puxando aquelas linhas o Genoíno aliás, o Geraldo ia ficando mais desesperado.
E quando eu tirei o tubo, olhei para ele, e ele estava branco como papel. E láno fundo eu vi um papel pautado, de caderneta, dessas que todo dono de bodega na área anotava as suas vendas. Cortei uma talisca do meu lado, puxei o papel e lá estava a mensagem do Comandante do Grupamento B da Gameleira, o Osvaldão, para o Comandante do Grupamento C, Antônio da Dina. Estava lá a mensagem que o Genoino transportava para o Antônio da Dina. Era uma mensagem tão curta que ele, como bom escoteiro que era, poderia ter decorado, porque atéhoje, mais de 30 anos passados, eu me lembro do que dizia essa mensagem, mas eu quero que ele mesmo diga o que constava nessa mensagem. Era uma dúzia de palavras em linguajar militar, de próprio punho do Osvaldão, que era o Comandante do Grupamento B da Gameleira, o grupamento mais perigoso da guerrilha, como constatamos no desenrolar das lutas. Foi o grupo que matou o primeiro militar na área. Antes de qualquer pessoa morrer, o grupo do Osvaldão matou o Cabo Rosa, Odílio Cruz Rosa. Depois de esse Odílio Cruz Rosa ser morto, eles mataram mais 2 sargentos e fizeram muito mal aos militares que nada sabiam até então. Só quem sabia era o pessoal de informações. E eu era da área de informações, embora eu operasse à paisana.
Então, o Genoino foi mandado para Xambioá preso. A essa altura ele já deixou de ser detido para ser preso, e falou tudo sobre a área. Quando eu olhei para ele e disse: Você não tem mais alternativa porque aqui está a mensagem. Ele disse: Eu falo. Eu disse: É bom você falar.
Genoíno, olha no meu olho, você estáme vendo. Eu te prendi na mata e não toquei num fio de cabelo seu. Não te demos uma facãozada, não te demos uma bolacha, coisa que me arrependo hoje. (Palmas.). Um elemento da minha equipe, fumador inveterado, abriu um pacote de cigarro, aproveitou aquele papel branco do verso, surgiu um toco de lápis não sei de onde, e o João Pedro começou a anotar o que o Genoíno falava fluentemente nervoso como estava, começou a falar. Eu me levantei do chão, fui até o córrego meio próximo para beber um pouco dágua. Voltei, o papel estava cheio, toda composição da guerrilha nomes, locais, Grupo C ao sul, Grupo B da gameleira, perto de Santa Isabel, e Grupo A perto de Marabá. Eram os três grupos efetivos que eles presumiam completar 30 homens por grupamento e mais um grupo militar comandado por Maurício Grabois. Eu peguei aquele papel e ainda comentei com ele: pô, meu amigo, tu é um cara importante desse negócio aí, hein? E mandei o Geraldo para Xambioá. Ele foi recolhido ao xadrez, posteriormente enviado a Brasília em seguida, três, quatro dias, não me lembro. Veio o veredicto da identificação: o guerrilheiro Geraldo é o José Genoíno Neto, presente em frente ao vídeo, olhando para os meus olhos. Eu sempre tive olhos arregalados, não foi só lána mata, não. Os meus olhos sempre foram arregalados, principalmente em combate. Triste notícia veio depois. O grupo do Genoíno prendeu um filho do Antônio Pereira, aquele senhor humilde, que morava nos confins da picada de Pará da Lama, a 100 Km de São Geraldo.
O filho dele era um garoto de 17 anos, que eu não queria levar como guia, porque ao olhar para ele me lembrei do meu filho que tinha a mesma idade. Então eu disse ao João: Não quero levar o seu filho. Eu sabia das implicações ou já desconfiava.
O pobre coitado do rapaz nos seguiu durante uma manhã, das 5h até o meio-dia, quando encontramos os 3 nos aguardando para almoçar. Pois bem. Depois que nos retiramos, os companheiros do José Genoíno pegaram o rapaz e o esquertejaram. Genoíno, aquele rapaz foi esquartejado, toda Xambioá sabe disso, todos os moradores de Xambioá sabem da vida do pobre coitado do Antonio Pereira, pai do João Pereira, e vocês nunca tiveram a coragem de pedir pelo menos uma desculpa por terem esquartejado o rapaz. Cortaram primeiro uma orelha, na frente da família, no pátio da casa do Antonio Pereira. Cortaram a segunda orelha, o rapaz urrava de dor, e a mãe desmaiou. Eles continuaram, cortaram os dedos, as mãos e no final deram a facada que matou João Pereira.
Esse relatório está escrito no CIE, porque foi escrito por mim, e eles não abrem para os historiadores com medo que isso apareça.
Pois bem. Eles fizeram isso porque o rapaz nos acompanhou durante 6 horas, a fim de servir de exemplo aos outros moradores para não terem contato com o pessoal do Exército, das Forças Armadas. Foi o crime mais hediondo que soube, nemna guerra da Coréia e do Vietnã fizeram isso. Algo parecido só encontrei quando trucidaram o Tenente Alberto Mendes Júnior. O tenente se apresentou voluntariamentepara substituir 2 companheiros que estavam feridos, a turma do Lamarca pegou o rapaz trucidou, castrou e o obrigou a engolir os órgãos genitais.
Então, ao Tenente Alberto Mendes Júnior, foi feito isso, mas o crime contra o João Pereira foi muito mais grave, muito mais horrendo. E eles sabem disso. Peçam desculpa para o AntonioPereira, se ele estiver vivo. Tenham a coragem de reconhecer que toda Xambioá sabe disso.
Genoíno preso e identificado, a guerrilha prossegue. Depois de matar o João Pereira, eles mataram o Cabo Odílio Cruz Rosa; depois do Rosa, eles mataram dois Sargentos; depois dos dois Sargentos, eles atiraram no Tenente Álvaro, que deve contar a história. Como estou contando a história aqui, Álvaro, conte a sua história. Na minha versão, o Álvaro deu voz de prisão para o bandido, eles atiram. O outro que estava do lado ou atrás atirou nas costas do Álvaro, arrancando-lhe a omoplata. Então, depois desse ferido, houve vários feridos e, finalmente, eu fui ferido e tive que sair da área.
Porém, antes, as tropas do Exército saíram da área, vendo que era um movimento mais grave, mais planejado planejado em Cuba, com as mentes que todos estamos vendo como funciona a mente de um comunista. Um comunista tranqüilo, sem arma na mão, tudo bem, é o que ele pensa, a nossa democracia permite isso, mas aquele que pega em arma tem que ser trucidado. Um homem que entra numa mata para combater em nome de um regime de Fidel Castro, esse cara tem que ser morto. (Palmas.)
Terminada a Operação Sucuri, que foi uma operação simplesmente de informações: de que se trata, valor do inimigo, onde eles estão. Enfim, todos os itens necessários para que fosse elaborado uma ordem de operações para o combate da guerrilha. Isso durou 5, 6 meses. Já há literatura muito boa a respeito.
Tirado os militares da área, vejam bem, elementos militares descaracterizados, a paisana, foram postos dentro da mata, desarmados, com identidade falsa ao lado dos bandidos. Qualquer um de nós, de sã consciência, reconhece que esses homens são uns heróis. Se me derem a arma eu vou lá caçar eles de novo hoje. Mas, naquela época, tirar-me as armas e botarem-me na mata, não sei não. No ímpeto da juventude talvez eu fosse, e foi como eles foram: eles foram no ímpeto da juventude eram capitães, tenentes e sargentos.
Bom. Tirada a Operação Sucuri, já sabíamos de que se tratava, confirmadas todas ou quase todas as informações que o Genoíno tinha dado. Três grupos, comando militar e a chefia em São Paulo, chefiada por João Amazonas, que fugiu da área ao primeiro tiro. Grande valentia. Herói, João Amazonas. João Amazonas fugiu da área ao primeiro tiro, junto com Elza Monerat. Deixou lá garotos, estudantes e os fanáticos comunistas, tipo Maurício Grabois, que induziu o filho dele André Grabois, que é o personagem central, o principal desse evento que vou falar agora. Foi o combate contra o grupo militar da guerrilha, comandado por André Grabois. E a esposa dele a Criméia, talvez esteja me olhando, diz que foi emboscada. Não foi emboscada. Em relação a esse grupo militar, como o Exército saiu da área para fazer operação de informações, a Operação Sucuri, eles cantaram vitória: seu Exército é de fritar bolinho.. Muito bem, fritamos bolinho.
Já estava na área e recebi a seguinte ordem: Vá à região de São Domingos a pé, porque de viatura não chega lá. Eles destruíram uma ponte na Transamazônica.
Eu peguei a minha equipe e fui para São Domingos. Atravessei o rio. A ponte estava destruída, mas atravessei o vau. Cheguei a São Domingos, onde o quartel estava incendiado. Ao alvorecer daquele dia se não me engano, 10 de outubro de 1973 , eles destruíram e incendiaram o quartel. Deixaram todos os militares nus, inclusive o tenente comandante do destacamento, e pegaram todo o armamento, toda a munição, todo o fardamento. Entraram na mata e deixaram um recado: Não ousem nos seguir, porque o pau vai quebrar.
Infelizmente, Criméia, o seu marido morreu por isso.
Pude ver as suas pegadas bem nítidas, porque eles estavam carregados com cunhetes de munição, fuzis da PM, revólveres, e foi fácil seguir o grupo.
No terceiro dia, para resumir, houve um encontro. Eles estavam certos de que o Exército não iria lá e estavam caçando porcos. Às 6 da manhã, eu escutei o primeiro tiro e o grito dos porcos. Às 3 horas da tarde, houve o combate. Vejam bem o espaço de tempo: de 6 da manhã às 15 horas..
Eu estava a menos de 10 metros do primeiro homem, que era o comandante do grupo, André Grabois, filho de Maurício Grabois. Ele estava sentado, com o gorro da PM que tomou do tenente na cabeça, e vi que tinha a arma na mão. Olhei para os meus companheiros, que vinham rastejando, e perguntei: Será que vamos encontrar um bando de PMs aí? Olhei, eles entraram em posição, e eu me levantei. Quase encostei o cano da minha arma em André Grabois: Solte a arma. Ele deu aquele pulo, e a arma já estava na minha direção.
Os meus companheiros, que chegavam, acertaram com o André, caso eu estivesse errado, o que era muito difícil, pois estava a 1 metro e meio, 2 metros dele. Foi destruído o grupo militar da guerrilha. Todos eram formados na China, em Pequim, em Cuba. Não me lembro do nome de todos, mas citarei alguns: André Grabois; o pai, Maurício Grabois que mandou-o fazer curso em Cuba; Calatroni, Nunes. João Araguaia se entrincheirou, atrás de um tronco de árvore e não se mexeu e depois do tiroteio, saiu correndo, sem arma. Ninguém atirou no João Araguaia porque ele estava sem arma. O Nunes estava gravemente ferido, mal falava e quando o fazia, o sangue corria pela boca, mas conseguiu dizer a importância do grupo e citou os nomes não sei se nome ou codinome de todos eles. E o Zequinha disse que aquele era o André Grabois. Não sei. Estava morto.
Esse foi o primeiro combate de valor contra os guerrilheiros, mas foram desmoralizados. Eles diziam para os soldados não entrarem na mata porque os oficiais não entravam. Ora, o próprio acampamento dos militares ficava no meio da selva.
Em seguida, ocorreu o incidente do dia 23 de outubro, 10 dias depois. Continuando na perseguição ao bando, encontramos pegadas nítidas no chão de um grupo numeroso. Esse grupo do Zé Carlos era do grupamento A. Fomos encontrar as batidas, depois, soubemos que era do grupamento B, do Osvaldão.
Então, eu já estava a menos de 100m deste grupo. O guia jáestava saindo para retaguarda, porque o guia era morador, ele não tinha nada com a guerra. Ele estava lá auxiliando o Exército a pegar os paulistas, que era como eles chamavam os guerrilheiros. O guia, quando começou a retrair, vi que a coisa estava feia, e continuei. Nisso, um dos guerrilheiros retorna, volta inesperadamente, e deu de cara comigo. Eu agachado, ele olhando para mim. Foi quando dei ordem de prisão para ele: Mãos na cabeça. Ele levantou uma mão, e foi quando vi que era uma mulher. Ela levantou uma mão fazendo sinal de... para eu ficar olhando para a mão enquanto ela desamarrava o coldre. Dei 3 ordens de prisão, mas ela não obedeceu. Quando eu vi que ela estava desamarrando o coldre ainda dei 3 ordens para ela Não faça isso , gritando, porque sempre falei alto, meu tom de voz é esse. Quando ela sacou a arma vi que não tinha jeito e atirei: acertei a perna e ela caiu. E ela caiu feio; não caiu, desmoronou. Ela deu um salto como se tivesse recebido uma patada de elefante. Ela caiu uns 3 metros depois tal o impacto. Eu corri, ela não estava mais com a arma, estava nos estertores da dor, chorando e gritando. Eu disse: Fica calma que vamos te salvar.. Olhei a arma, a selva muito cheia de folhas, não achei a arma. Meu erro: não deixei uma sentinela com ela. Éramos poucos, eles eram 20, eu precisava de gente. Continuamos a perseguição do grupo, e eles atravessaram o córrego. Resolvi voltar, já estava escurecendo. Quando me agachei ela me atirou à queima roupa. Me deu um tiro na mão e acertou na face, que atravessou o véu palatino e se encaixou atrás da coluna, e eu caí. O outro tiro que ela deu acertou o braço do Capital Curió, Subcomandante da minha equipe. O resto da minha equipe revidou, claro.. Encerrada foi a carreira de bandida da Sônia, nome da guerrilheira. Fui carregado. armaram um pau com um rede. Fiquei na rede e estava sendo transportado na mata.
Altas horas da noite, os soldados que estavam me carregando passaram os seus fuzis para os outros do lado e, aqueles que iam levando dois fuzis faziam muito barulho na mata, pois um fuzil batia no outro. E era um barulho que se propagava muito a longa distância. Eles armaram uma emboscada e teria sido o fim. Mas, aquele companheiro, com o qual eu brigava tanto pedindo que ele deixasse de fumar, nos salvou. Ele assumiu o comando da equipe e pediu para parar para dar uma pitada. Isso, a uns cinqüenta metros da emboscada. Paramos e ficou aquele silêncio. Eu fui estendido no chão, dentro da rede e sangrava muito, quase desacordado.
Eles, então, achando que havíamos pressentido a emboscada, aqueles valentes guerrilheiros, fugiram. Claro que eles teriam matado todos nós. Não tenham dúvida. Nós estávamos completamente sem atenção. A minha equipe estava levando o seu comandante quase morto para o primeiro local onde a ambulância poderia alcançar, na localidade de São José, onde pediram uma ambulância para levar um ferido.
De São José a ambulância me levou para Bacaba, de lá para Marabá e de Marabá para Uparaçá e Belém, onde passei uns dias para me restabelecer e ter condições de viajar. Fui, então, levado para Brasília onde fui operado. A operação se revestia de cuidados especiais porque, do contrário, eu ficaria paraplégico para o resto de minha vida. Graças a Deus, as seqüelas foram muito menores e hoje eu estou falando aos senhores aqui, com muita honra.
É muito difícil falarmos em conclusões de uma luta de 4 anos. Citarei apenas 2 itens das conclusões. Permitam-me que os leia. Por isso, coloquei os óculos. Não há mais necessidade de os bandidos me olharem no fundo dos olhos. Estou à disposição deles, a qualquer momento. Quem quiser confirmar comigo o que disse o meu endereço está na Internet. Terei muita satisfação em olhar no fundo dos olhos deles e repetir tudo o que acabei de dizer aos senhores: nada temo, nada tenho a esconder.
Primeira conclusão: tenho imenso orgulho de ter participado desta luta. Por ter agido positivamente para evitar que os guerrilheiros do PCdoB implantasse um regime comunista igual ao de Cuba, com paredão e tudo. E esse risco não acabou.
Segunda conclusão: além de prestar homenagem às bravas esposas dos militares, tanto daquela época da atual, estendo aos membros da minha valorosa equipe a honra de que estou alvo presentemente.
Muito obrigado (Palmas).
Quero convidar também para compor a Mesa o Sr. Coronel Nestor da Silva, veterano da 2ª Guerra Mundial.(Palmas.)
Com a palavra o Sr. Lício Augusto.
O SR. LÍCIO AUGUSTO - Srs. Congressistas, demais autoridades presentes, minhas senhoras, meus senhores, não é preciso dizer da minha emoção por ter encontrado aqui velhos companheiros de luta, que ainda estão levando essa luta à frente.
Como participante dos acontecimentos que passo a relatar, fiz um resumo dos itens mais perguntados; apenas como itens porque a dissertação será a rememoração dos fatos. Para isso,tirei os óculos, a fim de que aqueles que vou citar me olhem bem no fundo dos olhos e tenham a suficiente coragem de afirmar, se for preciso, que tudo aquilo dito aqui é a pura verdade. Se bem que não há necessidade, porque eles próprios já confirmaram em outras ocasiões.
O primeiro item selecionado se refere à razão da minha escolha para a missão de descobrir o local da guerrilha, que hoje se diz Guerrilha do Araguaia.
Em 1969, após a morte do terrorista Mariguella, em São Paulo, em seus documentos, foram feitas várias citações sobre o local da grande área: grande área de treinamento de guerrilha.
Eu estava chegando a Brasília em 1968, já pela segunda vez. Do meu passado, desde 1954, quando fiz o curso de pára-quedista e, em seguida, o curso de Forças Especiais da divisão de pára-quedistas, especializei-me na modalidade guerra na selva. Posteriormente, o curso de operações especiais foi desenvolvido com outras modalidades e, em seguida, foi criado o Centro de Instrução de Guerra na Selva, CIGS.
Detentor do curso de forças especiais e considerado, à época, o elemento com credenciais para desenvolver as operações de selva, eu percorri milhares de vezes a rodovia Belém-Brasília, de Brasília a Belém, estrada pioneira de barro. Eu e minha equipe, de 3 ou 4 homens, chegamos à conclusão, por indícios, de que a Guerrilha do Araguaia estava naquela área, entre o Bico do Papagaio, Xambioá, Marabá, Tocantinópolis e Porto Franco.
O fato, porém, que nos permitiu chegar à área foi a prisão, em Fortaleza, do guerrilheiro Pedro Albuquerque. Naturalmente, ele está olhando para mim, e eu estou olhando para a câmera para ele olhar no fundo dos meus olhos e confirmar que o que eu estou dizendo é verdade. Pedro Albuquerque foi preso quando tentava tirar documentos em Fortaleza. Recolhido ao xadrez, ele tentou suicídio cortando os pulsos. A sentinela, por acaso, passou, viu, deu o alarme e ele foi levado para um hospital da guarnição.
Recuperado o documento de que ele falou, o documento resultante das declarações de Pedro Albuquerque foi enviado diretamente de Fortaleza para Brasília e chegou às mãos do General Bandeira, que imediatamente mandou buscar o preso.
Enquanto eu preparava a equipe, o preso chegou, foi incluído na minha equipe, e partimos, junto com Pedro, para o local onde ele dizia que era o inicial: Xambioá.
Chegamos ao Rio Araguaia, pegamos uma canoa grande, com motor de popa, fomos até ao local de Paradalama. Pedro deve lembrar muito dele: era uma picada ao longo da floresta no sentido do Xingu. Andamos o dia inteiro. Chegamos ao anoitecer na casa do último morador, com o Pedro sendo levado por nós, livre. Não estava algemado, amarrado ou coisa assim. Ele foi acompanhando a nossa equipe. Há várias testemunhas desse episódio aqui presentes, as quais não vou citar, que fizeram parte da minha equipe.
Chegamos à casa de Antônio Pereira, pernoitamos no campo, nos telheiros e, no dia seguinte, às 4h, prosseguimos em direção ao local onde Pedro Albuquerque indicou. Ao chegarmos lá, avistamos 3 homens, isto é, 3 elementos, sendo uma mulher, descansando para almoço, presumo. Aproximamo-nos do local só para conversar com eles, para saber o que eles estavam fazendo lá. Eram 3 e, no nosso grupo, havia 6, então, não tinha problema. Eles fugiram. Chegamos ao local e fiquei inteiramente abismado com o estoque de comida, de material cirúrgico, até oficina de rádio tinha, 60 mochilas de lona, costuradas no local em máquina industrial grande, que tive o prazer de jogar no meio do açude. Tocamos fogo em tudo e voltei sem fazer prisioneiro.
Ora, em qualquer situação, teríamos atirado naqueles homens. Estávamos a 80 metros, um tiro de fuzil os atingiria facilmente. Eles estavam sentados. Mas o nosso objetivo não era matar, não era trucidar.
O nosso objetivo era saber o que eles estavam fazendo lá. De acordo com Pedro Albuquerque, eram guerrilheiros. Estavam na área indicada por Pedro Albuquerque, que viu toda a operação.
Destruímos todo o aparelho deles; metralhamos uma grande quantidade de frutas, melancia, jerimum e muitas outras coisas. Ficamos inteiramente impressionados com a quantidade de comida que havia lá, várias sacas de arroz, até oficina de rádio com equipamentos sofisticados. Era uma oficina rústica, não era como bancada de laboratório da cidade, mas funcionava. O gerador, lá atrás, também funcionava.
Voltamos. Deixamos o pessoal fugir, claro. E o Pedro Albuquerque retornou com dois companheiros nossos e foi recolhido ao xadrez de Xambioá. Nós continuamos na missão. Como os três elementos fugitivos avisaram para o resto do grupo do Destacamento C, mais ao Sul, em frente a São Geraldo do Araguaia, que estávamos indo para lá, ao chegar lá nós os vimos fugindo com muita carga, até violão levavam. Eles estavam se retirando do Destacamento C, do Antônio da Dina e do Pedro Albuquerque.
Pedro Albuquerque nos levou até o Destacamento C, onde havia estado. Ele fugiu porque os bandidos exigiram que ele fizesse um aborto em sua mulher, que estava grávida. Eles não se conformaram com a ordem, principalmenteporque outra guerrilheira grávida tinha sido mandada para São Paulo para ter o filho nas mordomias daquela cidade. Ela era casada com o filho do chefe militar da guerrilha, Maurício Grabois.
Pedro, você está me escutando? Você deve-se lembrar de que declarou isso: que você fugiu porque obrigaram sua mulher a fazer um aborto.
Nós estávamos perseguindo esse grupo e estávamos avançando. Embora chovesse bastante, estávamos nos aproximando. Eles resolveram soltar a carga que estavam levando, e o guia, morador da área, me disse: Agora nós não vamos pegar eles porque estão fugindo para a gameleira. E demos uma meia parada, nessa destruição do equipamento deles, quando pressentimos a vinda de alguém na trilha. Nós estávamos andando no meio da mata e esse elemento vinha pela trilha. Nós nos agachamos e, nisso, veio aquele elemento forte, com chapéu de couro, mochila nas costas e facão na cintura. Então, quando ele chegou no meio do nosso grupo, eu dei a ordem: Prendam esse cara!
Não sei, não posso me lembrar, se foi o Cid ou se foi o Cabo Marra que pegou o Genoino. Esse elemento era o Geraldo, posteriormente identificado como Genoino que naturalmente estáme olhando agora. E eu tirei os óculos justamente para ele me reconhecer, porque da minha cara ninguém esquece, principalmente com aquela cara que eu estava na mata, depois de vários dias passando fome e sede, sujo, cheio de barba. Mas éa mesma cara. É o mesmo olhar da hora em que eu encarei ele e disse: Seu mentiroso! Confesse! Você não tem mais alternativa.
Por que eu descobri que o Genoino era guerrilheiro? Ele se dizia Geraldo e se dizia morador da área. Claro: elemento na área, suspeito, eu mandei deter. Mesmo algemado e com tudo nas costas, uma mochila pesada e grande, ele fugiu. O Cabo Marra deu três tiros de advertência, e ele parou. Mas não parou por causa da advertência, parou porque se emaranhou no cipoal, e o pessoal foi pegá-lo.
Eu perguntei: Por que você está fugindo? Nós apenas estamos querendo conversar com você. Para você não fugir, vamos ter de algemá-lo. Eu sou morador disse ele.
Eu deixei o pessoal especializado em inquirição conversando com o Genoino, até então Geraldo. O pessoal inclusive está presente um desses companheiros, o Cid conversou bastante tempo com o Genoino, quando o Cid veio a mim e disse: Comandante, não tem nada, não. Está bom respondi. Como eu já estava há muito tempo no mato, játinha resolvido intimamente a levar o Genoino preso para Xambioá, mas não falei que essa era a minha determinação. Peguei a mochila dele.
Havia um elemento na minha equipe que era especialista em falar com o pessoal da área, já falecido, um elemento excepcionalmente bom. Rendo minhas homenagens a João Pedro do Rêgo. (Palmas.) O João Pedro, apelidado por nós de Jota Peter ou Javali Solitário, onde estiver estará escutando. João Pedro era um homem que falava com o matuto, com o pessoal da área, porque eu, na minha linguagem urbana, não era entendido nem entendia o que eles falavam. O Javali veio a mim e disse: Ele não tem nada. É morador da área. E falou-me o resto que ele tinha falado.
Eu, como homem de selva, peguei a mochila do Geraldo e comecei a abri-la. Tirei pulôver, rede e um bocado de bagulho da mochila do Geraldo, quando encontrei um tubo de remédio no fundo da mochila. Ao pegar aquele tubo e olhar para o Genoino, vi que ele estava lívido, pálido. Eu ainda lhe disse: Companheiro, fique tranqüilo porque nós não vamos fazer nada com você, você é morador da área. E abri o tubo. Lá encontrei material típico de sobrevivência linha de pesca fina, anzóis. Era material típico de sobrevivência. Como eu havia feito um curso e só sabia teoricamente sobre o assunto, aquele exemplo prático, em um local de difícil acesso na selva amazônica, eu me interessei. À medida que eu ia puxando aquelas linhas o Genoíno aliás, o Geraldo ia ficando mais desesperado.
E quando eu tirei o tubo, olhei para ele, e ele estava branco como papel. E láno fundo eu vi um papel pautado, de caderneta, dessas que todo dono de bodega na área anotava as suas vendas. Cortei uma talisca do meu lado, puxei o papel e lá estava a mensagem do Comandante do Grupamento B da Gameleira, o Osvaldão, para o Comandante do Grupamento C, Antônio da Dina. Estava lá a mensagem que o Genoino transportava para o Antônio da Dina. Era uma mensagem tão curta que ele, como bom escoteiro que era, poderia ter decorado, porque atéhoje, mais de 30 anos passados, eu me lembro do que dizia essa mensagem, mas eu quero que ele mesmo diga o que constava nessa mensagem. Era uma dúzia de palavras em linguajar militar, de próprio punho do Osvaldão, que era o Comandante do Grupamento B da Gameleira, o grupamento mais perigoso da guerrilha, como constatamos no desenrolar das lutas. Foi o grupo que matou o primeiro militar na área. Antes de qualquer pessoa morrer, o grupo do Osvaldão matou o Cabo Rosa, Odílio Cruz Rosa. Depois de esse Odílio Cruz Rosa ser morto, eles mataram mais 2 sargentos e fizeram muito mal aos militares que nada sabiam até então. Só quem sabia era o pessoal de informações. E eu era da área de informações, embora eu operasse à paisana.
Então, o Genoino foi mandado para Xambioá preso. A essa altura ele já deixou de ser detido para ser preso, e falou tudo sobre a área. Quando eu olhei para ele e disse: Você não tem mais alternativa porque aqui está a mensagem. Ele disse: Eu falo. Eu disse: É bom você falar.
Genoíno, olha no meu olho, você estáme vendo. Eu te prendi na mata e não toquei num fio de cabelo seu. Não te demos uma facãozada, não te demos uma bolacha, coisa que me arrependo hoje. (Palmas.). Um elemento da minha equipe, fumador inveterado, abriu um pacote de cigarro, aproveitou aquele papel branco do verso, surgiu um toco de lápis não sei de onde, e o João Pedro começou a anotar o que o Genoíno falava fluentemente nervoso como estava, começou a falar. Eu me levantei do chão, fui até o córrego meio próximo para beber um pouco dágua. Voltei, o papel estava cheio, toda composição da guerrilha nomes, locais, Grupo C ao sul, Grupo B da gameleira, perto de Santa Isabel, e Grupo A perto de Marabá. Eram os três grupos efetivos que eles presumiam completar 30 homens por grupamento e mais um grupo militar comandado por Maurício Grabois. Eu peguei aquele papel e ainda comentei com ele: pô, meu amigo, tu é um cara importante desse negócio aí, hein? E mandei o Geraldo para Xambioá. Ele foi recolhido ao xadrez, posteriormente enviado a Brasília em seguida, três, quatro dias, não me lembro. Veio o veredicto da identificação: o guerrilheiro Geraldo é o José Genoíno Neto, presente em frente ao vídeo, olhando para os meus olhos. Eu sempre tive olhos arregalados, não foi só lána mata, não. Os meus olhos sempre foram arregalados, principalmente em combate. Triste notícia veio depois. O grupo do Genoíno prendeu um filho do Antônio Pereira, aquele senhor humilde, que morava nos confins da picada de Pará da Lama, a 100 Km de São Geraldo.
O filho dele era um garoto de 17 anos, que eu não queria levar como guia, porque ao olhar para ele me lembrei do meu filho que tinha a mesma idade. Então eu disse ao João: Não quero levar o seu filho. Eu sabia das implicações ou já desconfiava.
O pobre coitado do rapaz nos seguiu durante uma manhã, das 5h até o meio-dia, quando encontramos os 3 nos aguardando para almoçar. Pois bem. Depois que nos retiramos, os companheiros do José Genoíno pegaram o rapaz e o esquertejaram. Genoíno, aquele rapaz foi esquartejado, toda Xambioá sabe disso, todos os moradores de Xambioá sabem da vida do pobre coitado do Antonio Pereira, pai do João Pereira, e vocês nunca tiveram a coragem de pedir pelo menos uma desculpa por terem esquartejado o rapaz. Cortaram primeiro uma orelha, na frente da família, no pátio da casa do Antonio Pereira. Cortaram a segunda orelha, o rapaz urrava de dor, e a mãe desmaiou. Eles continuaram, cortaram os dedos, as mãos e no final deram a facada que matou João Pereira.
Esse relatório está escrito no CIE, porque foi escrito por mim, e eles não abrem para os historiadores com medo que isso apareça.
Pois bem. Eles fizeram isso porque o rapaz nos acompanhou durante 6 horas, a fim de servir de exemplo aos outros moradores para não terem contato com o pessoal do Exército, das Forças Armadas. Foi o crime mais hediondo que soube, nemna guerra da Coréia e do Vietnã fizeram isso. Algo parecido só encontrei quando trucidaram o Tenente Alberto Mendes Júnior. O tenente se apresentou voluntariamentepara substituir 2 companheiros que estavam feridos, a turma do Lamarca pegou o rapaz trucidou, castrou e o obrigou a engolir os órgãos genitais.
Então, ao Tenente Alberto Mendes Júnior, foi feito isso, mas o crime contra o João Pereira foi muito mais grave, muito mais horrendo. E eles sabem disso. Peçam desculpa para o AntonioPereira, se ele estiver vivo. Tenham a coragem de reconhecer que toda Xambioá sabe disso.
Genoíno preso e identificado, a guerrilha prossegue. Depois de matar o João Pereira, eles mataram o Cabo Odílio Cruz Rosa; depois do Rosa, eles mataram dois Sargentos; depois dos dois Sargentos, eles atiraram no Tenente Álvaro, que deve contar a história. Como estou contando a história aqui, Álvaro, conte a sua história. Na minha versão, o Álvaro deu voz de prisão para o bandido, eles atiram. O outro que estava do lado ou atrás atirou nas costas do Álvaro, arrancando-lhe a omoplata. Então, depois desse ferido, houve vários feridos e, finalmente, eu fui ferido e tive que sair da área.
Porém, antes, as tropas do Exército saíram da área, vendo que era um movimento mais grave, mais planejado planejado em Cuba, com as mentes que todos estamos vendo como funciona a mente de um comunista. Um comunista tranqüilo, sem arma na mão, tudo bem, é o que ele pensa, a nossa democracia permite isso, mas aquele que pega em arma tem que ser trucidado. Um homem que entra numa mata para combater em nome de um regime de Fidel Castro, esse cara tem que ser morto. (Palmas.)
Terminada a Operação Sucuri, que foi uma operação simplesmente de informações: de que se trata, valor do inimigo, onde eles estão. Enfim, todos os itens necessários para que fosse elaborado uma ordem de operações para o combate da guerrilha. Isso durou 5, 6 meses. Já há literatura muito boa a respeito.
Tirado os militares da área, vejam bem, elementos militares descaracterizados, a paisana, foram postos dentro da mata, desarmados, com identidade falsa ao lado dos bandidos. Qualquer um de nós, de sã consciência, reconhece que esses homens são uns heróis. Se me derem a arma eu vou lá caçar eles de novo hoje. Mas, naquela época, tirar-me as armas e botarem-me na mata, não sei não. No ímpeto da juventude talvez eu fosse, e foi como eles foram: eles foram no ímpeto da juventude eram capitães, tenentes e sargentos.
Bom. Tirada a Operação Sucuri, já sabíamos de que se tratava, confirmadas todas ou quase todas as informações que o Genoíno tinha dado. Três grupos, comando militar e a chefia em São Paulo, chefiada por João Amazonas, que fugiu da área ao primeiro tiro. Grande valentia. Herói, João Amazonas. João Amazonas fugiu da área ao primeiro tiro, junto com Elza Monerat. Deixou lá garotos, estudantes e os fanáticos comunistas, tipo Maurício Grabois, que induziu o filho dele André Grabois, que é o personagem central, o principal desse evento que vou falar agora. Foi o combate contra o grupo militar da guerrilha, comandado por André Grabois. E a esposa dele a Criméia, talvez esteja me olhando, diz que foi emboscada. Não foi emboscada. Em relação a esse grupo militar, como o Exército saiu da área para fazer operação de informações, a Operação Sucuri, eles cantaram vitória: seu Exército é de fritar bolinho.. Muito bem, fritamos bolinho.
Já estava na área e recebi a seguinte ordem: Vá à região de São Domingos a pé, porque de viatura não chega lá. Eles destruíram uma ponte na Transamazônica.
Eu peguei a minha equipe e fui para São Domingos. Atravessei o rio. A ponte estava destruída, mas atravessei o vau. Cheguei a São Domingos, onde o quartel estava incendiado. Ao alvorecer daquele dia se não me engano, 10 de outubro de 1973 , eles destruíram e incendiaram o quartel. Deixaram todos os militares nus, inclusive o tenente comandante do destacamento, e pegaram todo o armamento, toda a munição, todo o fardamento. Entraram na mata e deixaram um recado: Não ousem nos seguir, porque o pau vai quebrar.
Infelizmente, Criméia, o seu marido morreu por isso.
Pude ver as suas pegadas bem nítidas, porque eles estavam carregados com cunhetes de munição, fuzis da PM, revólveres, e foi fácil seguir o grupo.
No terceiro dia, para resumir, houve um encontro. Eles estavam certos de que o Exército não iria lá e estavam caçando porcos. Às 6 da manhã, eu escutei o primeiro tiro e o grito dos porcos. Às 3 horas da tarde, houve o combate. Vejam bem o espaço de tempo: de 6 da manhã às 15 horas..
Eu estava a menos de 10 metros do primeiro homem, que era o comandante do grupo, André Grabois, filho de Maurício Grabois. Ele estava sentado, com o gorro da PM que tomou do tenente na cabeça, e vi que tinha a arma na mão. Olhei para os meus companheiros, que vinham rastejando, e perguntei: Será que vamos encontrar um bando de PMs aí? Olhei, eles entraram em posição, e eu me levantei. Quase encostei o cano da minha arma em André Grabois: Solte a arma. Ele deu aquele pulo, e a arma já estava na minha direção.
Os meus companheiros, que chegavam, acertaram com o André, caso eu estivesse errado, o que era muito difícil, pois estava a 1 metro e meio, 2 metros dele. Foi destruído o grupo militar da guerrilha. Todos eram formados na China, em Pequim, em Cuba. Não me lembro do nome de todos, mas citarei alguns: André Grabois; o pai, Maurício Grabois que mandou-o fazer curso em Cuba; Calatroni, Nunes. João Araguaia se entrincheirou, atrás de um tronco de árvore e não se mexeu e depois do tiroteio, saiu correndo, sem arma. Ninguém atirou no João Araguaia porque ele estava sem arma. O Nunes estava gravemente ferido, mal falava e quando o fazia, o sangue corria pela boca, mas conseguiu dizer a importância do grupo e citou os nomes não sei se nome ou codinome de todos eles. E o Zequinha disse que aquele era o André Grabois. Não sei. Estava morto.
Esse foi o primeiro combate de valor contra os guerrilheiros, mas foram desmoralizados. Eles diziam para os soldados não entrarem na mata porque os oficiais não entravam. Ora, o próprio acampamento dos militares ficava no meio da selva.
Em seguida, ocorreu o incidente do dia 23 de outubro, 10 dias depois. Continuando na perseguição ao bando, encontramos pegadas nítidas no chão de um grupo numeroso. Esse grupo do Zé Carlos era do grupamento A. Fomos encontrar as batidas, depois, soubemos que era do grupamento B, do Osvaldão.
Então, eu já estava a menos de 100m deste grupo. O guia jáestava saindo para retaguarda, porque o guia era morador, ele não tinha nada com a guerra. Ele estava lá auxiliando o Exército a pegar os paulistas, que era como eles chamavam os guerrilheiros. O guia, quando começou a retrair, vi que a coisa estava feia, e continuei. Nisso, um dos guerrilheiros retorna, volta inesperadamente, e deu de cara comigo. Eu agachado, ele olhando para mim. Foi quando dei ordem de prisão para ele: Mãos na cabeça. Ele levantou uma mão, e foi quando vi que era uma mulher. Ela levantou uma mão fazendo sinal de... para eu ficar olhando para a mão enquanto ela desamarrava o coldre. Dei 3 ordens de prisão, mas ela não obedeceu. Quando eu vi que ela estava desamarrando o coldre ainda dei 3 ordens para ela Não faça isso , gritando, porque sempre falei alto, meu tom de voz é esse. Quando ela sacou a arma vi que não tinha jeito e atirei: acertei a perna e ela caiu. E ela caiu feio; não caiu, desmoronou. Ela deu um salto como se tivesse recebido uma patada de elefante. Ela caiu uns 3 metros depois tal o impacto. Eu corri, ela não estava mais com a arma, estava nos estertores da dor, chorando e gritando. Eu disse: Fica calma que vamos te salvar.. Olhei a arma, a selva muito cheia de folhas, não achei a arma. Meu erro: não deixei uma sentinela com ela. Éramos poucos, eles eram 20, eu precisava de gente. Continuamos a perseguição do grupo, e eles atravessaram o córrego. Resolvi voltar, já estava escurecendo. Quando me agachei ela me atirou à queima roupa. Me deu um tiro na mão e acertou na face, que atravessou o véu palatino e se encaixou atrás da coluna, e eu caí. O outro tiro que ela deu acertou o braço do Capital Curió, Subcomandante da minha equipe. O resto da minha equipe revidou, claro.. Encerrada foi a carreira de bandida da Sônia, nome da guerrilheira. Fui carregado. armaram um pau com um rede. Fiquei na rede e estava sendo transportado na mata.
Altas horas da noite, os soldados que estavam me carregando passaram os seus fuzis para os outros do lado e, aqueles que iam levando dois fuzis faziam muito barulho na mata, pois um fuzil batia no outro. E era um barulho que se propagava muito a longa distância. Eles armaram uma emboscada e teria sido o fim. Mas, aquele companheiro, com o qual eu brigava tanto pedindo que ele deixasse de fumar, nos salvou. Ele assumiu o comando da equipe e pediu para parar para dar uma pitada. Isso, a uns cinqüenta metros da emboscada. Paramos e ficou aquele silêncio. Eu fui estendido no chão, dentro da rede e sangrava muito, quase desacordado.
Eles, então, achando que havíamos pressentido a emboscada, aqueles valentes guerrilheiros, fugiram. Claro que eles teriam matado todos nós. Não tenham dúvida. Nós estávamos completamente sem atenção. A minha equipe estava levando o seu comandante quase morto para o primeiro local onde a ambulância poderia alcançar, na localidade de São José, onde pediram uma ambulância para levar um ferido.
De São José a ambulância me levou para Bacaba, de lá para Marabá e de Marabá para Uparaçá e Belém, onde passei uns dias para me restabelecer e ter condições de viajar. Fui, então, levado para Brasília onde fui operado. A operação se revestia de cuidados especiais porque, do contrário, eu ficaria paraplégico para o resto de minha vida. Graças a Deus, as seqüelas foram muito menores e hoje eu estou falando aos senhores aqui, com muita honra.
É muito difícil falarmos em conclusões de uma luta de 4 anos. Citarei apenas 2 itens das conclusões. Permitam-me que os leia. Por isso, coloquei os óculos. Não há mais necessidade de os bandidos me olharem no fundo dos olhos. Estou à disposição deles, a qualquer momento. Quem quiser confirmar comigo o que disse o meu endereço está na Internet. Terei muita satisfação em olhar no fundo dos olhos deles e repetir tudo o que acabei de dizer aos senhores: nada temo, nada tenho a esconder.
Primeira conclusão: tenho imenso orgulho de ter participado desta luta. Por ter agido positivamente para evitar que os guerrilheiros do PCdoB implantasse um regime comunista igual ao de Cuba, com paredão e tudo. E esse risco não acabou.
Segunda conclusão: além de prestar homenagem às bravas esposas dos militares, tanto daquela época da atual, estendo aos membros da minha valorosa equipe a honra de que estou alvo presentemente.
Muito obrigado (Palmas).
01 de dezembro de 2005
Nota de Varican: Transcrição das palavras proferidas pelo Coronel Ref. EB Lício Augusto, por ocasião de Sessão Solene realizada na Câmara dos Deputados em homenagem aos Heróis da Forças Armadas que combateram e derrotaram a Guerrilha do Araguaia.
Postado por
Oswaldo Berlitz
às
23:06
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